O Ego dos CEOs de Franquias: Limites e Consequências.
- Franquia Fato

- 3 de abr. de 2024
- 2 min de leitura
Nos últimos anos, tem se observado um fenômeno interessante no mundo das franquias: o crescente protagonismo dos CEOs, muitas vezes acompanhado de um ego inflado ao extremo. Enquanto é compreensível que os líderes sejam ambiciosos e carismáticos, até onde eles podem ir sem prejudicar o próprio negócio e seus franqueados?

Impacto das Ações de Caridade nos Franqueados;
Uma das formas pelas quais o ego dos CEOs pode prejudicar uma franquia é através de ações de caridade. Embora sejam muito louváveis em seu propósito, essas ações muitas vezes impactam diretamente nas operações dos franqueados. Doações significativas de produtos ou serviços podem desequilibrar o mercado local, gerando concorrência desleal com seus próprios franqueados, prejudicando as operações que dependem dessas vendas para manter seus negócios lucrativos.
Consciência da Participação na Franquia;
É importante que os CEOs tenham consciência de que, ao criar uma franquia, a empresa deixa de ser exclusivamente sua. O CEO, agora, é parte de uma estrutura maior, na qual deve considerar não apenas seus próprios interesses, mas também os dos franqueados e a saúde geral da rede. Esse entendimento é essencial para evitar decisões que possam prejudicar o ecossistema da franquia.
Perigo do Egocentrismo;
O egocentrismo desmedido de um CEO pode ser o calcanhar de Aquiles de uma empresa. Quando as decisões são tomadas com base no interesse pessoal do líder, em detrimento do bem-estar da empresa como um todo, isso pode levar a estratégias mal concebidas, desperdício de recursos e perda de confiança dos franqueados e clientes.
Necessidade de Gestão com Meritocracia;
Uma gestão eficaz das franquias deve ser pautada pela meritocracia, onde os franqueados são reconhecidos e recompensados pelo seu desempenho. Se o ambiente for permeado pelo ego do CEO e não houver espaço para o reconhecimento do trabalho árduo e dos resultados dos franqueados, o percentual de fechamentos de unidades tende a aumentar, minando a estabilidade e o crescimento da rede como um todo.
Em suma, os CEOs de franquias devem estar cientes dos limites de seus egos e da importância de uma gestão equilibrada e orientada para o coletivo e principalmente para a máquina geradora de receita que são seus franqueados. Somente assim será possível manter o sucesso e a sustentabilidade do negócio, garantindo o crescimento saudável e a prosperidade de todos os envolvidos na rede de franquias.
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